Meditação::A Arte do Êxtase


04/05/2009


OSHO FALA SOBRE A VIDA



1.- A vida é viver – Não é uma coisa, é um processo. Não existe forma de conhecer de conhecer o que é a vida, a não ser vivendo, estando vivo, fluindo, discorrendo com ela. Se buscas o significado da vida em algum dogma, numa determinada filosofia, numa teologia, fique certo de que perderás o que é a vida e seu significado. A vida não está te esperando em nenhum lugar, em nenhuma parte, está sucedendo-te. Não se encontra no futuro como uma meta a ser alcançada, está aqui e agora, neste mesmo momento, em teu respirar, na circulação do teu sangue, e nas batidas de teu coração. Qualquer coisa que sejas é tua vida e se te colocas a buscar significado em outra parte, tu a perderás.

2.-A vida é insegurança. A cada momento te diriges para uma insegurança maior. É um apostar. Nunca se sabe o que vai acontecer. E é belo que nunca se saiba. Se fosse prescindível, não valeria a pena viver a vida. Se tudo fosse como se gostaria que fosse e se tudo fosse uma certeza, não serias um homem, serias uma máquina. Só existem certezas e seguranças para as máquinas.

3.- A vida é um mistério; quanto mais a conheces, mais bela se torna. Chega um momento quando, de repente, começas a vivê-la, começas a fluir com ela.

4.- A vida não é uma tecnologia, nem uma ciência. A vida é uma arte,... tens que senti-la. É como caminhar numa corda bamba.

5.- A melhor forma de perder a vida é ter um certo controle sobre ela.

6.- Depende de ti. A vida em si mesma é um tela em branco, se converte em qualquer coisa que tu pintes nela. Podes pintar infelicidade, podes pintar felicidade. A escolha é tua. Esta liberdade é tua glória.

7.- Minha mensagem é muito simples: viva a vida tão perigosamente como te seja possível. Viva a vida totalmente, intensamente, apaixonadamente, porque a vida é o único Deus.

8.- Primeiro te converte num Zorba, numa flor desta terra e através dela chegue a capacidade de ser um Buddha, a flor de outro mundo. O outro mundo não está separado deste; o outro mundo não está contra este. O outro mundo está escondido neste. Este é somente uma manifestação do outro e o outro é a parte que se manifesta neste.

9.- Para mim, o primeiro fundamento da vida é a meditação. Todo o demais é secundário.

10.- A vida deve ser uma busca. Não um desejo, mas sim, uma busca; não uma ambição de converter-se nisto ou em outro, no presidente de um país ou num primeiro ministro, mas sim, uma busca para descobrir-se: “Quem sou eu?”

11.- A vida deverá ser uma celebração, um festival de luzes durante todo o ano. Somente então podes crescer, podes florescer. Transforma as coisas pequenas numa celebração.

12.- A vida não é um cárcere, não é um castigo. É uma recompensa que é dada somente àqueles que a tenham ganhado, aqueles que a merecem. Agora tens o direito de desfrutá-la. Seria um erro se nãop a desfrutasse-a. Irias contra a existência senão a embelezasse, se a deixares simplesmente como a encontrastes. Não deixá-la um pouco mais feliz, mais bela, mais flagrante.

13.- A vida consiste em explorar, em ir em direção ao desconhecido, em alcançar as estrelas! Seja corajoso e sacrifica tudo pela vida; nada vale mais que ela. Não sacrifiques tua vida por causa de pequenas coisas: dinheiro, segurança, estabilidade. Nada disso tem valor. Tens que viver tua própria vida tão intensamente como te seja possível, então, a alegria chega. Somente então, é possível uma desbordante felicidade. Aqueles que querem realmente viver tem que se defrontar com muitos riscos. Tem que adentrar-se mais e mais no desconhecido. Tem que aprender uma das lições mais fundamentais: que não existe casa, que a vida é um peregrinar sem princípio nem fim. Sim, existem lugares onde podes descansar, porém são simplesmente para passar a noite e a manhã seguinte tens que ir de novo. A vida é um contínuo movimento, nunca chega a nenhum final.

14.- Quanto mais profunda uma pessoa é em si mesma, mais madura. Quando alcança o centro de si mesma, de seu ser, alcança a maturidade perfeita. Para mim, “maturidade” é outro nome para “realização”. Culminou-se o pleno desenvolvimento de seu potencial. O tens atualizado. A semente, traz consigo uma árdua viagem, até florescer. A maturidade carrega uma certa fragrância, acrescenta uma tremenda beleza para o individuo. Acrescenta-lhe inteligência, a inteligência mais aguda possível. Converte-lhe em puro amor. Sua atividade é amor, sua inatividade é amor. Sua vida é amor, sua morte é amor. És tão somente uma flor de amor.

15.- A vida em sua totalidade é uma grande piada cósmica. Não é um fenômeno sério; tomá-la seriamente seria perdê-la. É preciso compreendê-la através do riso. Não vou dar-te uma meta. Somente posso proporcionar-lhe uma direção, aberta - transbordando vida – e desconhecida - sempre surpreendente, imprescindível. Não vou te dar mapa algum. Somente vou te proporcionar uma grande paixão por descobrir as coisas. Sim, não necessitas de nenhum mapa; requer-se uma grande paixão. Logo te deixarei só. Então, te moverás por ti mesmo. Adentra-te no imenso, no infinito e, pouco a pouco, aprende a confiar nele. Abandona-te nas mãos da Vida.

16.- O conceito antigo do homem religioso é que ele está contra a vida. Ele condena esta vida, esta vida corrente; chama-a de mundana, profana, uma ilusão. Há censura. Eu estou tão profundamente enamorado da Vida que não posso censurá-la. Estou aqui para incrementar a possibilidade de senti-la.

Escrito por Renu às 03h07
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Considerações sobre o bicho-homem

Eu fiz o mágico estudo na iniludível ventura.* Esse verso visionário do poeta vidente Arthur Rimbaud, em seu mágico livro “Uma Temporada no Inferno”, exprime o que em mim é relevante quanto a missão do bicho homem sobre a terra. Bicho efêmero e limitado, o homem está fadado ao sofrimento e a miséria, desde que entenda que é preciso mergulhar em si mesmo, conhecer a si mesmo, retornar à fonte de sua existência. Rimbaud, como poeta e gênio maior, alegava que ao homem que quer se tornar poeta, é necessário um profundo e misterioso mergulho em sua própria alma, como forma de transcender aos sentidos e a lógica do lugar-comum. E ele está certo.

Porém, nem todo mundo necessita ser um poeta. Pois, a vida, em si, já é uma poesia. Nascer e morrer é um poema. Entre nascer e morrer, milhões ou poucos versos. Rimbaud foi um místico, como Sócrates e sua interessante “Maiêutica”. Sócrates, um filósofo iluminado do Ocidente, assim como Diógenes, antes da era cristã, já afirmava que era necessário ao homem conhecer a si mesmo. Essa máxima já era entendida no Oriente desde, ao que sabemos, o aparecimento de Rama e Krisna entre 8 e 5 mil anos, assim como Mahavira, o mestre espiritual dos “Jainas”, contemporâneo do príncipe Sidarta, o Gautama Buda, iluminado que deu origem ao budismo (500 anos AC). Todos estes quatro avatares do conhecimento humano, espiritual e metafísico, nasceram na Índia antes do surgimento de Cristo no Oriente Médio.

Alguns estudiosos afirmam que Jesus, o Cristo, passou por iniciações esotéricas no Egito e na Índia, tendo ainda passado pela magia persa, através dos ensinamentos do mestre Zoroastro (ou Zaratustra) que deixou para a humanidade os exuberantes versos do Zend Avesta (raridade em língua portuguesa, infelizmente). Os Reis Magos do Oriente, que seguiram a estrela por ocasião do nascimento de Cristo, são oriundos da filosofia zoroastriana, que também afirma: conheça a si mesmo.

Infelizmente, nem judeus e nem romanos entenderam Jesus e ele foi assassinado. E sua mensagem era clara: “Buscar primeiro ao reino de Deus e todas as outras coisas lhe serão acrescentadas”. Mas, onde está esse tal Reino de Deus? Ok. Trata-se de uma linguagem poética, pois Jesus foi um grande poeta, sim, um dos maiores poetas místicos da humanidade. Falava por parábolas e por versos.

O Reino de Deus, de Cristo, está absolutamente dentro do bicho homem, no abismo, no silêncio, na consciência, na porta estreita de nossa própria concepção. Algo perfeitamente ajustável ao abismo de Nietzsche, citado em seu magnífico e alucinado “Assim falou Zaratustra”, numa clara e absoluta menção ao herói persa do Zend Avesta. Nietzsche disse: “O homem é uma corda atada entre o animal e o além do homem, uma corda sobre um abismo”. Lindo e magnífico, o filósofo alemão, apesar de sua loucura expressiva, foi um ser que culminou em lampejos de iluminações. Para Osho, se Nietzsche tivesse conhecido a ioga ou a meditação, teria se tornado um Buda. E Osho está certo. Para mim, Osho sempre está certo, mesmo estando aparentemente errado ou controverso. Osho é lindo, agradeço a existência por ter nos dado de presente um iluminado contemporâneo (nasceu em 1931 e faleceu em 1990).

Mas, onde quero chegar com tantas informações, aparentemente desconexas, descruzadas?

Em suma, não quero e não pretendo chegar a lugar algum. Quero simplesmente ressaltar que a descoberta metafísica (o conhecimento do homem através do homem) não é algo que se deu em determinada época. Essa descoberta, esse impulso, sempre existiu e sempre existirá. Vejam, os renascentistas europeus romperam com a tradição opressora da Igreja Católica, justamente por defenderem a iluminação do ser humano através do auto-conhecimento. Assim como os filósofos herméticos, os alquimistas. E eu quero dizer que ao bicho homem muitos caminhos se apresentam, muitos atalhos e labirintos. Mas, existe apenas uma realidade, uma Meca, uma cidade perdida. A cidade do próprio coração desse bicho sofredor.

A arte e o amor são formas de meditação, que nos levam ao centro de nós... lá... aqui mesmo... onde existe, para todo o sempre, o paraíso perdido.

Quando o dançarino sufi, da esplêndida tradição dos Dervixes, fica girando e girando, ele mergulha profundamente em seu próprio ser. É um (uno) com a dança, com o giro. Então, o êxtase. O sufismo é uma vertente mística do islamismo, difundido principalmente na Turquia. Ele prega a arte, a dança, e, sobretudo, o humor, como formas de alcançarmos a iluminação, o êxtase, o caminho do coração. O maior sufi da história (talvez seja uma lenda) foi o Mullá Nasrudin, que teria vivido entre o Irã e a Turquia há cerca de mil anos, 500 anos após a pregação do profeta Maomé. São atribuídas também ao Mulla Nasrudin a maioria das piadas sufi, que são verdadeiras peças desconcertantes para a mente.

Além da arte e do amor, os seguidores de Tilopa, mestre espiritual da tradição jaina e criador do Tantra (Mahamudra) o SEXO é uma porta de libertação e um caminho para o coração do bicho homem. O sexo tântrico consiste em estar plenamente consciente e relaxado durante o ato sexual, totalmente entregue ao êxtase, para que se abra uma fenda entre os pensamentos, que são nuvens densas, para a entrada do sol espiritual. O coração é o caminho além dos pensamentos. A mente, a máquina do pensar, é a periferia da existência. Todos pensam, e o mundo é uma confusão. Eu sou uma confusão, você também. Além do ato mecânico e mental do pensar, está o coração, o abismo de Nietzsche, o mergulho de Rimbaud, o giro do Dervixe, o amor de Cristo, a meditação de Buda, o chá e o Zen e o Kung Fu de Bodhidharma, a alquimia dos herméticos (oriundos de Hermes, deus grego do fogo do Olimpo), os arquétipos do transe da incorporação dos cultos africanos e afro-brasileiros, o samba, o rock, a poesia, o transe de RamaKrisna, a consciência de Krisnamurti, a angústia de Kieerkgard, a busca de Gurdjieff, o despojamento dos Estóicos de Zenão de Sítio, a oração de São Francisco de Assis, Osho, as cartas do tarô, a dança, a pulsação das estrelas e do coração do bicho homem, minha eterna confusão poética.
Por isso, não pensaremos mais. Ou tentaremos não pensar, apenas ser. Ser e não-ser. Beber de todas as fontes para retornarmos à fonte original, o próprio coração, que pode ser atingido de várias maneiras. Eu acredito no poder da poesia de cada momento. Por isso, não sou tão preso. Nem tão vivo, nem tão morto. Os momentos mudam infinitamente.

Eu nasço. Eu morro. Eu sou, e você também é, parte essencial da existência universal. No espírito não há morte, nem vitória nem derrota, há apenas o amor, a dança, belas canções. Nada mais. Vamos, agora, a cada segundo, a cada momento, mergulharmos no oceano de nós, em nossa misteriosa e magnífica existência, nossas dores, nossas alegrias. Tudo nos conduz ao supremo amor do universo. Tudo é poesia.

Escrito por Renu às 02h56
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A CORAGEM PARA SER FELIZ - OSHO

Continuamos a perder muitas coisas na vida só por  causa da falta de coragem. Na verdade, nenhum esforço é necessário para conquistar - só é 
preciso coragem - e as coisas começarão a vir até você, em vez de você ir atrás delas. Pelo menos no mundo interior é assim.

E para mim, ser feliz é a maior coragem. Ser infeliz é uma atitude muito covarde. Na realidade, para ser infeliz, não é preciso nada. Qualquer covarde pode ser, qualquer tolo pode ser. Todo mundo é capaz de ser infeliz; para ser feliz é preciso coragem - é um risco tremendo.

Não temos o costume de pensar assim. Nós pensamos: "O que é preciso para ser feliz? Todo mundo quer ser feliz." Isso está absolutamente errado. É muito raro uma pessoa estar pronta para ser feliz - as pessoas investem tanto na infelicidade! Elas adoram ser infelizes. Na verdade, elas são felizes por serem infelizes.
Há muitas coisas para se entender - sem entendê-las é muito difícil se livrar da mania de ser infeliz. A primeira coisa é: ninguém está prendendo você; é você que decidiu ficar na prisão da infelicidade. Ninguém prende ninguém. O homem que está pronto para sair dela, pode sair quando
quiser. Ninguém mais é responsável. Se uma pessoa é infeliz, é ela mesma a responsável. Mas a pessoa infeliz nunca aceita a responsabilidade - é por isso que continua infeliz. Ela diz: "Estão me fazendo infeliz".

Se outra pessoa está fazendo com que você seja infeliz, naturalmente não há nada que você possa fazer. Se você mesmo está causando a sua infelicidade, alguma coisa pode ser feita... alguma coisa pode ser feita imediatamente. Então ser ou não ser infeliz está nas suas mãos. Todavia as pessoas
ficam jogando nos outros a responsabilidade - às vezes na mulher, às vezes no marido, às vezes na família, no condicionamento, na infância, na mãe, no pai... outras vezes na sociedade, na história, no destino, em Deus - mas não param de jogar nos outros. Os nomes são diferentes, mas o truque é
sempre o mesmo.

Um homem torna-se realmente um homem quando aceita a responsabilidade total - é responsável pelo quer que seja. Essa é a primeira forma de coragem, a maior delas. É muito difícil aceitá-la porque a mente vai continuar dizendo: "Se você é responsável, porque criou isso?". Para
evitar isso, dizemos que os outros são responsáveis: "O que eu posso fazer? Não tem jeito... sou uma vítima! Sou jogado daqui para ali por forças maiores que eu e não posso fazer nada. Posso no máximo chorar porque sou infeliz e ficar ainda mais infeliz chorando". E tudo cresce - se você cultiva uma coisa, ela cresce. Então você vai cada vez mais fundo... mergulha cada vez mais fundo.
Ninguém, nenhuma outra força, está fazendo nada a você. É você e só você. Isso resume toda a filosofia do karma - que é o seu fazer; karma significa 'fazer'. Você fez e pode desfazer. E não é preciso esperar, postergar. Não é preciso tempo - você pode simplesmente pular fora disso.
Mas nós nos habituamos. Se pararmos de ser infelizes, nos sentiremos muito sozinhos, perderemos nossa maior companhia. A infelicidade virou nossa sombra - nos segue por toda a parte. Quando não há ninguém por perto, pelo menos a infelicidade está ali presente - você se casa com ela. E trata-se de um casamento muito, muito longo; você está casado com a sua infelicidade há muitas vidas.
Agora chegou a hora de se divorciar dela. Isto é o que eu chamo de a grande coragem - divorciar-se da infelicidade, perder o hábito mais antigo da mente humana, a companhia mais fiel.

OSHO, The Buddha Disease, # 27

Escrito por Renu às 02h28
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13/04/2009


Obama na Bahia?

Diante do sucesso da passagem de Lula pela reunião do G20 em Londres (Obama disse que ele "é o cara" e " o político mais popular da Terra"), passou quase despercebido um episódio interessantíssimo para a Bahia: Lula convidou Obama para visitar Salvador, argumentando sobre a sua posição de cidade mais negra do país, onde o presidente americano se "sentiria em casa".


O tema, inclusive, rendeu uma matéria no Fantástico de ontem, meio clichê, mas quando é que as mídias do sul e sudeste conseguem falar de nós, baianos sem estereótipos?  Mas em relação à visita, em uma situação anterior, Obama, como inclusive foi noiticiado aqui no Mundo Afro, já manifestou a vontade de vir ao Brasil ainda este ano.


Como Lula e o governador baiano Jaques Wagner são tão próximos, provavelmente, a cidade que festejou tanto a eleição do primeiro presidente negro nos EUA é séria candidata a recebê-lo.

 
A iniciativa de se colocar como anfitrião já foi tomada pelo governo da Bahia. Logo após a eleição de Obama, o governador, na carta oficial de congratulações, enviou também o convite para que ele venha à capital baiana em uma possível visita ao Brasil. Sobre o último episódio- o convite de Lula a Obama- ainda não há novidades no front baiano, segundo a assessoria do governador.


Se Condoleezza Rice, secretária de Estado de um governo antipático ao mundo, como foi o de George W. Bush, parou Salvador e também se encantou, sem dispensar uma visita ao Museu Afro, mantido pelo Ceao, imaginem o carismático Obama. Vai ser uma festa!          

Escrito por Renu às 02h01
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Princesa negra

Pela primeira vez a protagonista de uma animação da Disney será negra.
Trata-se de Tiana, a heroína da mais nova produção do estúdio intitulada A Princesa e o Sapo (The Princess and the frog) que deve chegar aos cinemas em dezembro deste ano.

Tiana será a quarta princesa não branca das produções do estúdio. A primeira foi Jasime do filme Aladim em 1992, com características
árabes. Em 1995 foi a vez da indígena Pocahontas e em 1998 da chinesa Mulan.

 
Tiana irá homenagear a comunidade negra de Nova Orleans. Mas a iniciativa da Disney está causando polêmica.

     
Segundo o site do jornal "Daily Mail" internautas estão acusando os produtores do estúdio de racismo por conta do herói do filme ser branco. Por outro lado críticos defendem o casal multiracial argumentando que é uma representação da realidade americana atual.


Um outro dado interessante é que a voz do princípe será a do ator brasileiro Bruno Campos que já participou de uma temporada de Nip/Tuck
uma das séries americanas de sucesso. Campos atuou também no filme O Quatrilho, de Fábio Barreto, que concorreu ao Oscar, na categoria de melhor filme estrangeiro em 1996.

A história é de um conto de fadas onde uma princesa acaba se aproximando de um sapo que diz ser na verdade um príncipe enfeitiçado.
Com informações do Globo.com e do blog Mundo Fabuloso.
Assistam aqui o trailer de divlgação do filme. 

Escrito por Renu às 01h54
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12/04/2009


Um pouco da Minha Bahia

O Centro Cultural Solar Ferrão é um espaço dinâmico de arte, cultura e memória. Reaberto pela Secretaria de Cultura do Governo do Estado da Bahia em setembro de 2008, ocupa o casarão do século XVIII , tombado como patrimônio pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 27 de junho de 1938.

Confira as exposições que abrigam o Solar

 

das 10h às 18h (ter a sex) e das 13 às 17h (sáb, dom e feriados), Gratuito

 

 

Uma Década Cortejo Afro

 

Na montagem, fantasias, fotografias e vídeos remontam um pouco da história do Cortejo, transmitindo, de forma simbólica, a dedicação de um bloco que, a partir de elementos da cultura africana, tenta resgatar o brilho e as cores que perderam visibilidade nos atuais Carnavais, a exemplo do “branco sobre branco”, presente na composição das fantasias do grupo.

 

1º a 16 de abril, Galeria Solar Ferrão

 

 

 

 

Fragmentos: Artefatos Populares, o Olhar de Lina Bo Bardi

 

A mostra apresenta objetos que representam a expressão popular encontrada no Nordeste. A exposição destaca as peças remanescentes da coleção que Lina Bo Bardi reuniu em sua passagem por cidades e zonas rurais da Bahia, de Pernambuco e do Ceará, entre as décadas de 50 e 60.

 

Longa duração, Sala Lina Bo Bardi

 

 

 

Sete Áfricas

Coleção Claudio Masella

 

Apresenta um recorte especial das principais obras reunidas ao longo de 35 anos pelo industrial italiano. As obras revelam

a pluralidade e o refinamento da produção artística africana, através de 90 peças escolhidas entre as mais de mil obras

doadas pelo colecionador ao Governo do Estado, em 2004.

 

Longa duração, Sala Claudio Masella

 

 

 

 

 

Museu Abelardo Rodrigues

 

A exposição permanente apresenta uma coleção de arte sacra de mais de 800 peças reunidas pelo pernambucano que dá

nome ao museu. São imagens em madeira, barro cozido, marfim, pedra e metal, além de oratórios, imagens de Roca, e

santeiros populares. As obras datam do período entre os séculos XVII e XIX.

Escrito por Renu às 22h00
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A Beleza da Religião

Em primeiro lugar, não devemos jamais se esquecer de Mahavi, Buda, Cristo e Maomé. A beleza da religião é que, num certo sentido, ela é sempre velha. É nesse sentido que se diz que as experiências religiosas são conhecidas por muitas pessoas. Ninguém pode dizer que uma experiência religiosa seja apena “sua”.

Existem duas razões para isso. Em primeiro lugar, ao se ter uma experiência religiosa, o sentido de “propriedade” morre. É por isso que, neste mundo, pode-se reivindicar a “propriedade” de todas as coisas, mas não a de experiências religiosas. Esta é a única experiência que vai além da órbita do “isso é meu”, pois só pode acontecer quando o ”isto é morre”. È por isso que a reivindicação de “ propriedade” pode existir em relação a tudo, com exceção das experiências religiosas. E ninguém pode dizer que tal experiência seja nova, porque a Verdade na é nova nem velha.

Escrito por Renu às 16h52
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Apaixonado

Muita Saudade de Vocês, do meu Blog, Uma Pascoa maravilhosa pra todos.

Escrito por Renu às 16h32
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10/03/2009


Escrito por Renu às 06h42
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Escrito por Renu às 04h30
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O Corpo Espiritual

Depois do quinto corpo, você se move para um outro reino, outra dimensão. Do primeiro ao quarto corpo, o movimento é de fora para dentro; do quarto ao quinto, é de baixo para cima; a partir do quinto é do ego para o não-ego.

Agora a dimensão é diferente. Não há questão de fora, dentro, para cima ou para baixo. A questão é de "eu" e "não-eu." A questão agora está relacionada a se existe um centro ou não.

Uma pessoa está sem nenhum centro até o quinto - dividida em partes diferentes. Somente para o quinto corpo existe um centro: uma unidade, unicidade. Mas o centro se torna o ego. Agora este centro será uma limitação para um progresso posterior. Cada passo que foi de ajuda se torna uma limitação para um maior progresso. Você tem de deixar cada ponte que atravessa. Ela foi útil para atravessar mas se tornará uma limitação se apegar a ela.

Então, quando você entra no quinto corpo, acontece a cristalização do ego. Mas agora, para um progresso maior, esta cristalização tem de ser perdida novamente. Ser perdida no vazio, no cósmico. Somente aquele que tem pode perder, então falar sobre ausência de ego antes do quinto corpo é bobagem, absurdo. Você não tem um ego, como pode perdê-lo?

O quinto corpo é o mais rico. É a culminação de tudo que é possível para um ser humano. O quinto é o pico da individualidade, o pico do amor, de compaixão, de tudo que é valioso. Os espinhos foram perdidos. Agora, a flor também tem de ser perdida. Então apenas restará o perfume, sem flor. Então, a partir do quinto corpo, a questão não é ser para cima, para baixo, para o lado, dentro, fora. A questão é ter um ego ou não. E o ego é a coisa mais difícil de todas para se perder.

Não existe um método para se mover além do quinto porque cada tipo de método está ligado ao ego. No momento em que usa um método, o ego é fortalecido. Então aqueles que estão preocupados em ir além do quinto, falam em não-método. Eles falam de ausência de método, em não-técnica. Agora não existe um como. A partir do quinto, não existe um método possível. Você pode usar um método até o quinto, mas então nenhum método será de utilidade porque aquele que o usa é para ser perdido. Se você usa alguma coisa, o que usa se tornará mais forte. Seu ego continuará cristalizando; ele se tornará um núcleo de cristalização. Essa é a razão pela qual aqueles que permaneceram no quinto corpo dizem que existem infinitas almas, infinitos espíritos. Eles falam de cada espírito como se fosse um átomo.

Mas esse ego cristalizado tem de ser perdido. Como perdê-lo quando não existe método? Como ir além se não existe caminho? Como escapar dele? Não existe porta. Os monges Zen falam do portão sem porta. Agora não existe porta e ainda tem-se que ir além dela. Então, o que fazer? A primeira coisa: não ficar identificado com essa cristalização. Apenas estar ciente desta casa fechada de "eu." Apenas estar ciente disso - não fazer nada - e existe uma grande explosão! Você estará além disso.

Trabalho e esforço são necessários. Mas eles têm uma limitação. Eles são necessários até o quinto corpo, mas são inúteis do quinto ao sexto. Você não vai a lugar nenhum.

Esse é o problema com os yogues indianos. Eles acham difícil atravessar o quinto porque estão encantados com os métodos, hipnotizados pelos métodos. Sempre trabalharam com métodos. Havia uma ciência clara até o quinto e eles progrediram com facilidade. Foi um esforço - e eles poderiam fazê-lo! Não importa quanta intensidade fosse necessária, não era problema para eles. Não importa quanto esforço, eles podiam suprir. Mas agora no quinto, eles têm de atravessar o reino do método para o não-método. Agora estão perdidos. Eles se sentam, param. E para tantos buscadores o quinto se torna o fim.

Essa é a razão pela qual às vezes falam de cinco corpos e não sete. Aqueles que foram apenas até o quinto acham que esse é o final. Não é o final; é um novo começo. Agora deve-se mover do individual para o não-individual. O Zen, ou métodos como o Zen, feitos sem esforços, podem ser úteis.

Zazen significa apenas se sentar, sem fazer nada. O não-fazer tem o seu próprio reino, a sua própria felicidade, o seu próprio ajuste, mas isso é do quinto para o sexto. Não pode ser compreendido antes disso.

Escrito por Renu às 02h59
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06/03/2009


O Corpo Mental

O quarto corpo é absolutamente sem paredes. De dentro do terceiro corpo, não existe sequer uma parede transparente. É simplesmente uma fronteira, sem paredes, então não há dificuldade em entrar e não há necessidade de métodos. Então, aquele que atingiu o terceiro, pode atingir o quarto muito facilmente.

Mas para ir além do quarto, existe tanta dificuldade quanto havia em ir além do primeiro, porque agora o mental cessa. O quinto é o corpo espiritual. Antes que ele possa ser alcançado, existe uma parede, mas não no mesmo sentido que a parede entre o primeiro e o segundo. A parede agora é entre diferentes dimensões. É de um plano diferente.

Os quartos corpos mais baixos estão todos relacionados a um plano. A divisão era horizontal. Agora é vertical. Então a parede entre o quarto e o quinto é maior do que entre quaisquer dos corpos mais baixos - porque nossa maneira comum de olhar é horizontal, não vertical. Nós olhamos de um lado para outro, não de baixo para cima. A menos que você comece a olhar para cima, você não pode se mover para o quinto.

Como olhar para cima? Qual é o caminho? Você deve ter ouvido que, em meditação, os olhos têm de estar olhando para cima, para o ajna chacra. Os olhos têm de estar focalizados para cima como se você fosse enxergar dentro do seu crânio. Olhos são apenas simbólicos. A questão real é de visão. Nossa visão, nossa faculdade de enxergar, está associada aos olhos, então os olhos se tornam o meio através do qual até mesmo visão interior acontece. Se você vira os olhos para cima, então a sua visão também vai para cima.

Então, no quarto corpo, a sua consciência tem de se tornar como fogo - indo para cima. Existem muitas maneiras de conferir isso. Por exemplo, se a mente está fluindo em direção ao sexo, é exatamente como a água fluindo para baixo, porque o centro do sexo está embaixo. No quarto corpo, a pessoa deve começar a direcionar os olhos para cima, não para baixo.

Se a consciência deve ir para cima, ela tem de começar de um centro que está acima dos olhos, não abaixo dos olhos. Existe apenas um centro acima dos olhos a partir do qual o movimento pode ser ascendente: o ajna chacra. Agora os dois olhos têm de olhar para cima, em direção ao terceiro olho.

O terceiro olho tem sido lembrado de muitas formas... E no momento em que os seus dois olhos olham para cima em direção ao terceiro olho, um grande fogo é criado no centro; existe uma sensação de queimação ali. O terceiro olho está começando a se abrir e tem de ser mantido fresco. Então, na Índia, é usado creme de sândalo. Ele não apenas é fresco; também tem um perfume particular relacionado ao terceiro corpo e à sua transcendência. O frescor do perfume e o local em particular onde é colocado, se torna uma atração para cima, uma lembrança do terceiro olho. Se você fecha os olhos e eu coloco meus dedos no local do seu terceiro olho, não estou realmente tocando o terceiro olho, mas você começará a senti-lo. Mal e mal um toque, apenas um suave pressionar. Então, o perfume, o delicado toque dele e o seu frescor é o suficiente. Então a sua atenção está sempre fluindo dos seus olhos para o terceiro olho.

Então, para atravessar o quarto corpo, existe apenas uma técnica, um método, e esse é olhar para cima... Mas, primeiro, os quatro primeiros corpos têm de ser atravessados. Somente então isso pode ser útil, do contrário não. Do contrário, isso pode ser perturbador, pode criar todo tipo de doenças mentais porque todo o ajustamento do sistema será despedaçado. Os quatro corpos estão olhando para baixo e com a sua mente interior você está olhando para cima. Então, existe toda possibilidade de que resulte em esquizofrenia.

O que estou dizendo é que não se deve experimentar com técnicas de olhar para cima antes de atravessar os primeiros quatro corpos. Do contrário, será criada uma divisão impossível de ser atravessada e a pessoa terá que esperar a próxima vida para começar novamente. É melhor praticar técnicas que comecem do princípio. Se você passou pelos três primeiros corpos em nascimentos anteriores, então passará por eles novamente num instante. Não haverá dificuldade. Você conhece o território; conhece o caminho. Num instante, eles passam diante de você. Você os reconhece - e você os passou! Então pode ir adiante. Então, minha insistência é sempre começar do primeiro corpo. Para todo mundo!

Escrito por Renu às 02h32
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05/03/2009


O Corpo Etérico

No momento em que a pessoa se torna ciente do seu corpo por dentro, o segundo corpo automaticamente surge à vista. O segundo corpo será conhecido pelo lado de fora agora. Se você conhecer o primeiro corpo pelo lado de dentro, então se tornará ciente do segundo corpo pelo lado de fora.

O segundo corpo, o corpo etérico, é como fumaça condensada. Você pode passar através dele sem qualquer impedimento, mas não é transparente; você não pode olhar para dentro dele do lado de fora. O primeiro corpo é sólido. O segundo corpo é exatamente como o primeiro no que tange à forma, mas não é sólido.

Quando o primeiro corpo morre, o segundo permanece vivo por 13 dias. Ele viaja com você. Então, depois de 13 dias, ele também morre. Ele se dispersa, evapora. Se você chega a conhecer o segundo corpo enquanto o primeiro ainda está vivo, pode se tornar ciente deste acontecimento. O segundo corpo pode sair fora do seu corpo. Às vezes, em meditação, este segundo corpo vai para cima e para baixo, e você tem a sensação de que a gravidade não age sobre você; você deixou a terra. Mas quando abre os olhos, está no chão, e sabe que esteve lá o tempo todo. Essa sensação de que você subiu acontece por causa do segundo corpo, não do primeiro. Para o segundo corpo, não existe gravidade, então no momento em que conhece o segundo, você sente uma certa liberdade que era desconhecida para o corpo físico. Agora você pode ir para fora do seu corpo e voltar.

Agora pode se tornar ciente do seu segundo corpo pelo lado de dentro, exatamente como se tornou ciente do primeiro por dentro. Fique ciente do seu funcionamento interior, do seu mecanismo interior, da vida interior. Na primeira vez que tentar, será difícil, mas depois disso você sempre estará dentro de dois corpos: o primeiro e o segundo. O seu ponto de atenção agora estará em dois reinos, duas dimensões.

Escrito por Renu às 00h38
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03/03/2009


O Corpo Físico

Comece do físico. Então cada outra etapa se abre para você. No momento em que você trabalha no primeiro corpo, tem lampejos sobre o segundo. Então, comece do físico. Fique ciente sobre ele momento a momento.

E ciente não apenas pelo lado de fora. Você pode se tornar ciente do seu corpo pelo lado de dentro também. Posso me tornar ciente das minhas mãos porque as vejo pelo lado de fora, mas existe uma sensação interior também. Quando fecho os olhos, a mão não é enxergada, mas ainda existe uma sensação interior de alguma coisa estar lá. Então não fique ciente do seu corpo como visto por fora. Isso não pode levá-lo para dentro. A sensação interior é bem diferente.

Então, o sentimento do corpo pelo lado de dentro é o primeiro passo. Em diferentes situações, o corpo irá ser sentido de maneira diferente por dentro. Quando você está amando, tem um sentimento interior particular; quando experiência a raiva, o sentimento interior é diferente... Quando está se sentindo com preguiça, existe uma diferença de quando está se sentindo ativo. Quando está sonolento, há uma diferença. Essas diferenças têm de ser conhecidas de formas distintas. Somente então você se torna familiarizado com a vida interior do seu corpo. Então você conhece a história interior, a geografia interior de si mesmo na infância, na juventude, na velhice.

Escrito por Renu às 22h05
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02/03/2009


Além do Corpo Astral: para o Centro do Seu Ser

 Você tem que entender que não tem apenas este corpo de carne, ossos e sangue, não apenas este cérebro que é parte do corpo. Por trás do cérebro, você tem uma mente - que a mente é abstrata - e, por trás do corpo, você tem um corpo astral. A palavra "astral" vem de estrelas; ela significa luz... Ao invés de carne e ossos, um corpo somente de luz. Este corpo de luz, o corpo astral, tem a mente dentro de si.

Quando você morre, seu corpo físico e sua mente física são deixados para trás. Mas o corpo astral viaja com você, com a mente, com todas as lembranças da vida passada e do corpo, lembrando de todas as feridas e cicatrizes que acontecem no corpo físico. Este fenômeno abstrato viaja com você; oculto dentro dele está o seu centro fundamental, existencial.

Até que você conheça o seu centro, terá que viajar continuamente de um corpo para outro. Você já tem viajado por milhares de vidas, juntando mais e mais memórias na sua mente astral, mais e mais memórias no seu corpo astral. Embora o seu centro não seja afetado, ele é envolto pelo corpo astral, e o corpo astral vai de um útero a outro, de um túmulo a outro. Ele é a sua individualidade; ele tem um continuum. Mas o continuum chega ao fim quando você se torna um buda.

Quando você penetra profundamente em direção ao centro, você também está rompendo o corpo astral, fazendo um caminho através da mente, além da mente, através do corpo astral e além do corpo astral, em direção ao centro do seu ser. Um vez que tenha chegado no centro do seu ser, o continuum da individualidade pára. Agora começa a existência universal. Você não entrará num útero novamente e não será cremado numa pira funeral novamente. Agora você será um com o todo.

É claro, tudo tem um custo. Você terá de deixar o seu tão estimado amor pela individualidade. Durante milhões de anos, você tem amado a sua individualidade, mas a sua individualidade, no final das contas, é uma limitação.

Agora, dê um salto para fora do continuum e torne-se um com o todo. Você irá desaparecer exatamente como uma gota no oceano. Mas isto é a bênção essencial, tornar-se oceânico, tornar-se cósmico é o mais profundo êxtase. Você jamais irá se arrepender de perder a sua individualidade.

O que era a sua individualidade?
Você já pensou alguma vez?


A sua individualidade era uma prisão sutil, que o tirou de um útero, passou de um túmulo para outro útero e repetiu as mesmas coisas de novo e de novo e de novo. Esta é a razão pela qual, no oriente, eles chamam isto de ciclo de vida e morte. Saltar fora deste círculo é todo o propósito da meditação - sair fora deste continuum, que tem sido apenas uma profunda angústia, tortura e sofrimento, e desaparecer no céu azul.

Este desaparecimento não é a sua morte. Este desaparecimento o torna um com o todo. E ser um com o todo é a maior alegria, a maior bênção.

Osho em Krishna, the Man and his Philosophy

Escrito por Renu às 22h14
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